Palestra de Marilene Godinho para os alunos do 2º grau da Escola de Dom Modesto.
A recepção foi muito carinhosa.
Os alunos, muito atentos, participaram vivamente do encontro.
quinta-feira, 14 de setembro de 2017
Marilene Godinho participa do chá literário
Marilene Godinho participa do chá literário da Escola Estadual Engenheiro Caldas.
Ela foi homenageada com números artísticos e contou uma história.
Ela foi homenageada com números artísticos e contou uma história.
sexta-feira, 7 de julho de 2017
Marilene Godinho é homenageada na Escola Professor Jairo Grossi
Crianças
em prosa e verso
Atendendo com imenso prazer o convite da
Escola Professor Jairo Grossi, estive no educandário com a diretora, orientadora,
professores e alunos do 5º ano para um encontro literário. Focalizaram meus
livros, principalmente o Lua de Rapadura. Os alunos muito bem orientados,
segundo as professoras, mostraram-se participantes e interessados durante o
desenvolvimento do projeto, o que resultou numa culminância exitosa que
contemplou o ler, o escrever, o declamar e o poetar. Foi uma festa de
literatura!
O momento, enriquecido com o Recital de
Poesias, contou com versos de minha autoria e da autoria dos alunos. Pudemos verificar o quanto souberam escrever
poemas com criatividade, confirmando que a criança se identifica muito com rimas,
o ritmo, o lirismo e os achados poéticos.
Foi evidenciada a arte de declamar, por meio
da qual os poemas adquiriram vida. Declamar não é somente falar, mas, antes de
tudo, transmitir a emoção que o poema exige para ser entendido e tocar a sensibilidade
do ouvinte. E, naquele momento, os poemas declamados mostraram o talento e o
envolvimento dos alunos com a emoção- sentimento que define a poesia como sendo
tudo o que nos rodeia e nos emociona.
Compareço com alegria a essas homenagens por
saber que, antes de tudo, é o livro que está em evidência. É ele que merece o
alarde. E para mim, como autora, é um incentivo ao meu trabalho. Outro motivo que me alegra é ver a lida da
criança que, para me homenagear, faz pesquisa, entrevista, escreve biografia,
decora poemas. Um verdadeiro exercício de literatura de forma prazerosa.
Para completar, a prosa ficou por conta das
perguntas dos alunos. Bem elaboradas e vindas da curiosidade, elas me deram a
certeza da importância do contato entre o escritor e os leitores.
É preciso agradecer e parabenizar.
Meu agradecimento à Diretora da escola.
Francisca Pires permitiu o evento, deu força e promoveu uma recepção gentil com
direito a lanche farto de gostosuras mineiras. A Márcia Rodrigues, responsável
pelo projeto. Eficiente e sensível soube colher o merecido sucesso com apoio da
supervisora Poliana. Também, as professoras Dirlene, Sueli, Ângela, Poliane e
Aline. Com abnegado esforço, tornaram possível aqueles instantes de beleza e
arte. Sabemos que, embora seja compensador, o trabalho é árduo, e só atingiu o
objetivo porque contou com a competência e dedicação dessas heroínas mestras de
todos os dias. Pudemos ver atrás de cada gesto, de cada poema, o coração
vibrante das professoras seguindo – olhar atento, semblante feliz- as
apresentações.
De forma especial e com redobrado afeto,
agradeço a minha querida Elisa Rezende Marques, coordenadora da área de
linguagem. Desde sempre a meu lado, propaga minha obra e incentiva-me. E, por
gostar de literatura, tudo o que vem dela é comprometimento com o texto, com o
ensino e com o aluno. E, nessa homenagem, além de me receber com sorriso de
festa e alma iluminada, acompanhou o evento e elaborou um cartaz no qual se
lia: “Há pessoas que mudam a história, há outras que contam histórias para
mudar o mundo.” Tocou-me profundamente.
Senti-me gratificada de ver o entusiasmo dos
alunos pelos livros. Aquelas carinhas risonhas abasteceram –me de ânimo. Pois quando se trata de literatura infantil,
o prazer conta muito na formação do hábito de leitura. Quando o encantamento ocorre, é um sinal de
que a obra lida atingiu seu objetivo maior. Um grande beijo doce para as
crianças.
Que as bênçãos de Deus continuem nos
abençoando na missão divina de educar e levar a palavra portadora de bem. É na
Educação que reside a esperança de um Brasil melhor. E o livro carrega o
conhecimento e sua função libertadora. Por isso desejo que as crianças leiam e
escrevam muito para que possam adquirir a consciência crítica e o prazer de
viajar na garupa das palavras rumo à felicidade.
Agradeço, mais uma vez. E, por ter sido perfeito esse encontro mágico,
também não faltaram flores.
quarta-feira, 22 de março de 2017
Entrega do Prêmio Marilene Godinho de Literatura
Em março de 2017, houve o lançamento do livro "Além da palavra" e a entrega do "Prêmio Marilene Godinho de Literatura" em sua segunda edição, instituído pela Academia Caratinguense de Letras.
Autoridades, autores e o público estiveram presentes. No momento, Marilene Godinho usou da palavra para agradecer a deferência de dar nome a um concurso tão importante. Após o evento, foi servido um lauto coquetel.
Algumas fotos retrataram o momento.
quinta-feira, 20 de outubro de 2016
sexta-feira, 20 de maio de 2016
Ele merece!
Estaremos lançando o livro “O Bom Semeador”
em homenagem ao padre Humberto Boreli. Será no dia 11 de junho próximo, no
Centro de Convenções Dário Grossi, (UNEC), às 20 horas.
Padre Boreli nasceu em Manhuaçu, MG, cursou o
Seminário em Mariana, MG, e exerceu o ministério sacerdotal em Santana de
Manhuaçu, Simonésia, Conceição de Ipanema e Caratinga.
Seu fecundo sacerdócio enriquece a diocese de
Caratinga e edifica o Reino do Pai
no meio do povo. Alegre, comunicativo,
simples, espontâneo, profundamente generoso e santo, soube cativar paroquianos
e amigos, fazendo-se um dos padres mais
amados aqui e em todos os lugares por
onde passou. Seu nome é sinal de acolhimento, de amizade, e sempre evoca boas
lembranças de gestos inesquecíveis que marcaram a gratidão de muitos que, dele
precisando, receberam palavra boa e bênção de luz. Seu trabalho incansável deu
ênfase aos grupos de espiritualidade. Na
Diocese, fundou os Cursilhos de Cristandade e o ECC, foi a voz mais forte das
CEBs, Coordenador de Pastoral, construtor de mais de 50 capelas para facilitar a evangelização nas pequenas
comunidades. Por 52 anos consagrou o Corpo e o Sangue de Cristo na celebração
da missa diária, distribuiu a Eucaristia, pregou a Palavra de vida eterna,
perdoou e amou. Muitas vezes sangrou os
pés nas pedras do caminho, sentiu solidão, sofreu incompreensões, esvaziou-se
de sua vontade para atender a vontade dos superiores, sentiu cansaço, chorou...
mas nunca esmoreceu. Por temperamento e graça divina, revestiu-se de alegria, e
a caminhada tornou-se doce e leve. Nas asas da fé, da mesma fé com que atendeu ao
chamado do mestre, consumiu-se em salvar almas e propagar uma de suas mais
evidentes convicções: a misericórdia de Deus.
Nos lugares por onde fui à procura de
informações para o livro, os paroquianos e amigos não encontravam palavras
sublimes que pudessem descrever a figura de padre Boreli e a bondade com a qual
ele soube abrigar todos no coração. A admiração das pessoas beirava a
veneração. Então compreendi o grande milagre que ocorre quando a graça de Deus
reveste uma alma. Pelo sacrifício de Padre Boreli e por suas abnegações, o
Espírito Santo fez dele um sábio, um profeta, um outro Cristo.
Por todo bem plantado por esse apóstolo
incansável, penso que não poderíamos deixar de escrever um livro eternizando
seus passos. Na verdade, ele merece uma obra muito maior e melhor do que as
páginas simples que escrevi, mas, já que eu quis ousar, procurei, na
simplicidade do meu texto, apenas revelar a figura de Padre Boreli e suas
virtudes mais evidentes com as quais – acredito – ele tenha atingido as almas e
anunciado, em palavras e atos, a Boa Nova. Um livro pequeno, sem os ditames das
grandes biografias, mas levando acontecimentos de uma vida tão preciosa com o fervor de prece.
Para receber os amigos, preparei momentos de
arte. Sendo padre Boreli descendente de
italianos, a abertura da festa está a cargo de um grupo de dança vindo de Belo
Horizonte para nos encantar com uma Tarantela – dança típica da Itália. Rico
figurino, máscaras originais e ritmo
contagiante. Depois, artistas de casa darão um show à parte. Poema, o talento e
criatividade de Kellyúsquia e sua academia que mostrarão o que temos de mais belo
na área de dança. Também, o carisma de
Padre Gleidson. Ele tem arrebatado plateias com sua voz e postura de um enviado
do céu que, por meio dos talentos que Deus lhe deu, evangeliza e encanta. O Coral Ad Gloriam do UNEC vai nos enlevar com a música “Cio da Terra” –
de Milton Nascimento e Chico Buarque – que naquele momento, louvará O BOM
SEMEADOR, título que tão bem traduz Padre Boreli . No momento final, haverá o
agradecimento a Deus pela vida do homenageado. Chegarão do céu 80 anjinhos para
nos ajudar a cantar o parabéns.
Padre Boreli ficará muito feliz com a
presença de todos. A festa só terá sentido se vivenciada com os amigos. Não se
pode brindar um grande momento sem que muitas mãos se levantem em acenos de
alegria.
Aguardo
vocês!
quinta-feira, 12 de maio de 2016
Dia de padre Boreli
Padre
Humberto Boreli será homenageado, pelos 80 anos de vida e 51 anos de
sacerdócio, com um livro biográfico e momentos de arte. Será no dia 11 de junho
próximo, às 20 horas, no Centro de convenções Dário Grossi.
Ele
merece a deferência. Primeiramente, considerando-se a figura do sacerdote que,
por si só, já evoca admiração e louvores. Como disse São João Vianney – o cura
d’Ars – patrono dos vigários: “Deus está oculto no sacerdote, como a luz atrás
da vidraça, como o vinho misturado à água.”
Na verdade, o sacerdote, de certo modo, continua a obra da redenção por
nos recordar os ensinamentos de Jesus e o caminho da salvação por meio da
Palavra e da Eucaristia. Sem os padres o
evangelho talvez se perdesse no tempo por não encontrar repetidores.
Padre
Boreli é esse sacerdote com jeito especial de evangelizar. Seu pastoreio é
caracterizado pelo amor. Coração generoso, faz da misericórdia o sentimento
mais brilhante de seus gestos e ações, desejos e prece.
A
maior parte de seu ministério sacerdotal foi como vigário e pároco. Isso
significa que quase toda sua caminhada
transcorreu-se junto ao povo. Por isso aprendeu a auscultar os corações, a
sentir as carências e alegrias do povo, a ser o bom pastor reunindo e salvando
ovelhas. Com humildade, espontaneidade e alegria cativou todos que o cercam.
Não há uma pessoa sequer que, tendo
convivido com ele, não o tenha admirado
e amado.
A
formação de grupos de espiritualidade e a construção de capelas e igrejas são a
tônica de sua missão sacerdotal. Os Cursilhos da Cristandade, o ECC, as CEBs,
Pastorais e todos os movimentos que
congregam pessoas para formar mutirão de evangelização, tiveram em padre Boreli
apoio e fomento. Edificou mais de 50 igrejas em comunidades distantes para
congregar os fiéis em grupos pequenos facilitando a comunicação, a escuta, o
seguimento.
O
Bom Semeador – título do livro – deseja definir padre Boreli. Ele semeou a boa
semente em terra fértil, em terra árida, em invernos de quietude, em outonos de
folhas caídas. Em todo o tempo, em qualquer solo, colheu primaveras porque suas
mãos souberam regar e zelar como
jardineiro do eterno, esquecido de si mesmo para se preencher das coisas do
alto. Semeou a paz, a alegria, as parábolas de Jesus e imprimiu na alma do povo
a imagem de um Deus perdoador.
Incansável,
não para nunca. Mesmo aposentado, trabalha como antes e atende e leva alento e
perdão. Os médicos sugerem que diminua a carga de trabalho e repouse mais. Ele
continua a lida e diz que nasceu para servir, e quer continuar servindo sempre,
pois foi para servir que escolheu ser sacerdote. Sua maior alegria é estar no meio do povo.
Por
tanto e por tudo, vamos manifestar-lhe reconhecimento. E convidamos todos para
esse encontro. Embora padre Boreli seja modesto, sei que ficará muito feliz com
a presença dos amigos pelos quais dedicou a vida, o melhor de sua juventude, o
mais sublime de seu sacerdócio.
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